Tag: Música de graça
Câmera e direção de fotografia: Dani Gurgel, Leonardo Rudá e Murilo Alvesso
Edição e finalização: Dani Gurgel
Câmera: Dani Gurgel e Leonardo Rudá
Direçnao de fotografia e edição: Dani Gurgel
Quando gravamos o “Viadutos”, três canções quase ficaram de fora. Não encaixavam na sonoridade do grupo, no tamanho do show…
Então decidimos gravar em formações diferentes, na sala da minha casa (literalmente). As três e mais uma regravação – “Cinza”, com participação do meu parceiro Rafa Barreto.
Assim não só surgiram as quatro faixas extras do Viadutos, como também foi como eu tive a ideia pra criar o Música de Graça, meu podcast no qual convido alguns artistas diferentes pra mostrar músicas inéditas que também não couberam nos seus discos.
Pra fazer o download, basta se cadastrar no mailing!
Gosto do Asfalto (Rômulo Fróes/Dani Gurgel)
Preto e Branco (Sara Serpa/Dani Gurgel)
Sinceramente (Edu Luke/Dani Gurgel)
Cinza (Rafa Barreto/Dani Gurgel)
Neste domingo, canto no Auditório Ibirapuera acompanhada de um pessoal da pesada, mostrando meu mais recente projeto – o Música de Graça. Estarei muito bem acompanhada pelos amigos Verônica Ferriani, Caê Rolfsen, Conrado Goys, Guilherme Ribeiro, Manu Maltez, Fabio Barros, Rafa Barreto, Giana Viscardi, Fabio Cadore, Vicente Barreto, Thiago Rabello, Michi Ruzitschka, Daniel Amorin, Debora Gurgel, Bruno Prado e Luiz Rabello.
Te espero lá!

Guarde a data e aproveite a pré-venda!
Comprando seu ingresso até 15/9, você ganha uma música exclusiva.
E levando 10 amigos, você ganha seu ingresso de graça*.
Pré-venda pelo e-mail reservas@auditorioibirapuera.com.br
R$30 (inteira) e R$15 (meia-entrada)
* vale para compras de 10 ingressos em uma batelada só, ou 10 ingressos comprados separadamente até 15/9 citando que souberam do show por você.

Vinheta do Música de Graça, podcast em que convido um grupo de artistas por mês pra gravar uma música inédita “órfã” (aquela que não coube em nenhum disco).
Criação e execução de vídeo
Dani Gurgel | Da Pá Virada
Som e locuções
Dani Gurgel e Thiago Rabello | Oca – Casa de Som
Hoje lanço meu novo projeto, o Música de Graça.
Uma vez por mês, vou juntar artistas que nunca gravaram juntos antes, pra mostrar uma música (deles ou não) que nunca foi gravada e, de preferência, ninguém conhece ainda. Depois gravamos um bate-papo, que também fica pra download. Não tem filtro nem restrição quanto à geração, ao estilo ou ao público: o que conta aqui é a vontade de mostrar uma parceria inédita, e compartilhá-la com todo mundo.
Músicas inéditas em gravações exclusivas pra download livre. Nem aquelas do disco que você já tem, nem as versões reduzidas que a gente toca no programa de tevê.
Tudo isso é uma realização da Da Pá Virada, e está sendo gravado na Oca – Casa de Som. Andei transmitindo as gravações na Oca ao vivo pelo twitcam, então a dica é ficar atento ao meu twitter (@danigurgel) pra saber de antemão quem serão os próximos convidados e dar uma espiada na gravação.
O primeiro episódio é “Nada a Declarar”, com o Ricardo Teté, o Guilherme Ribeiro e o Conrado Goys. E vão se acostumando, que daqui pra frente todo mês tem música nova!
Dani Gurgel
httpvh://www.youtube.com/watch?v=6Zrenv7Czbo
Nem de longe vou entrar na discussão sobre Creative Commons estarem ou não no site do MinC, como tenho lido no blog da Joyce e nos trocentos colunistas d’O Globo. Não quero falar de direito autoral, e sim de divulgação.
Falo da licença “Atribuição – Uso Não-Comercial – Partilha nos Mesmos Termos” que eu e o Nine Inch Nails adoramos. Eu chamo, aqui do conforto da minha casa, de “Licença-fita-demo”. Porque ela põe em termos jurídicos aquilo que era transmitido no boca-a-boca e muito pouco respeitado com a fita demo: “Beleza meu, ouve minha música aí, mostra pros seus amigos, mas não inventa de tentar ganhar dinheiro às minhas custas”.
Lindo! Se eu libero uma música assim, você pode baixar, mandar pros amigos, colocar de trilha sonora no seu vídeo que usa a mesma licença no YouTube, gravar você tocando a música e soltar sob a mesma licença e com o meu crédito de autoria, etc. Se você quiser gravar num disco, não pode – fim comercial. Se quiser usar em publicidade, também não.
Gosto dessa licença porque nós, compositores, continuamos ganhando dinheiro sempre que ele está envolvido de verdade (mesmo que seja pouco): Tocaram num show – vai recolher ECAD do mesmo jeito. Tocou na rádio – vai recolher do mesmo jeito. Gravaram num disco – vai pagar a liberação do mesmo jeito. Publicidade – vai contratar do mesmo jeito. Tocou na novela – tem uso mais comercial que esse?
A diferença mora na venda de discos versus o download. Em troca de uma música em mp3, mais de 1000 pessoas do mundo todo me contaram, pelo meu site, que a maioria baixou meu disco de graça em blogs como o Um Que Tenha, depois entrou no meu mailing, comprou o disco novo e tem ido em shows desde então. Uma delas (Anita Kalikies) organizou meu último show em Buenos Aires, outro (Ron Gallegos) revisou os textos em inglês do meu DVD, outro (Edouard Launet) fez uma matéria de página inteira sobre mim no Libération (jornal francês), outros quatro patrocinaram a gravação do meu disco “Agora” (2009) com cotas salgadinhas; e por aí vai.
Tudo isso aconteceu sem eu liberar minha música pra baixar via essa licença – foi só download ilegal.
O que eu acredito? Se a gente liberar algumas músicas pra download mais gente vai baixar, então mais gente (que nunca compraria o disco) vai ouvir nossa música e divulgar pros amigos.
Então mais gente que ainda gosta de comprar disco físico, que recomenda música pra publicidade, que escolhe trilha de novela e de filme, e que escreve sobre música, vai ficar sabendo que a gente existe.
Bom, né?
Tô fazendo um projeto novo nesses moldes, com apoio do ProAC. Em breve…























