Valor do curso: R$ 200
Local: Casa do Núcleo
Endereço: Rua Padre Cerda, 25 – Alto de Pinheiros – São Paulo, SP
Contato: (11) 3032-8401 / 3815-9714 ou casadonucleo@gmail.com
Escolhi uma cena não tão escura, porque achei exagero testar num show. Com tudo no mais aberto possÃvel: a lente na sua posição mais angular (equivalente a 23mm de uma reflex), e com diafragma 2.8.
Quanto maior o ISO, maior o ruÃdo. Ao mesmo tempo, mantendo o diafragma, quanto menor o ISO, mais longa precisará ser a exposição. Tente usar o ISO mais baixo que conseguir, enquanto conseguir congelar a imagem.
Se você tem a mão firme, cuidado. O “ISO Automático” das câmeras parte do pressuposto que você treme de montão, e vai sempre priorizar ter uma folguinha pra congelar da imagem, sem se preocupar tanto com o ruÃdo. Escolha o ISO manualmente.
Como eu pessoalmente não gosto muito daqueles filtros que fazem parecer desenho, pintura, etc., testei algumas coisas que podem realçar fotos simples.
Abaixo, um jeito bacana de se usar: o foco está na barra em primeiro plano, e o Soft Focus só embaça ainda mais o perÃmetro, que já estava fora de foco. Bacana!!
Aqui o Soft Focus reforça o que já estava desfocado, e assim realça o que está focado.
Hoje de manhã fui fotografar um evento no Auditório Ibirapuera, e aproveitei pra testá-la num lugar super encrencado de luzes, cores e problemas diferentes pra resolver: o foyer do Auditório.
Quis trazer um pouco mais de informação sem borrar as pessoas, então joguei um flash de preenchimento. Corrigi o white balance pra um pouco mais quente, e mesmo assim o flash fez uma massaroca branca em cima de um ambiente amarelo.
Como eu estava armada com meu flash profissional, emprestei um pequeno acessório barato e fácil de se comprar e adaptar: uma folhinha de filtro CTO. Agora sim. Mas continua não sendo uma foto profissional.
E já parti para uma no manual, ISO 200, pois acima disso achei que ela já traz muito ruÃdo, com white balance manual e flash de preenchimento (ainda cru, sem filtro).
E completei com o meu filtro CTO no flash. Dá pra ver bem a diferença que o filtro fez na cadeira da mesa onde apoiei a câmera.
O manual salva fotos, sim! Mas o RAW faz falta, e os ajustes são bem lentos de se mexer.
Não teria conseguido fazer nenhuma dessas fotos se tivesse pressa. Cada exercÃcio durou alguns minutos.
No mesmo dia, em situações similares, resolvi fotos bem mais complicadas com a minha câmera profissional em frações de segundo.
No contexto do total amador, ela salva um monte de fotos. Aquele pôr do sol que o automático insiste em tentar corrigir a cor, aquela tentativa de fotografar a lua que sai sempre estourada…
Mas cuidado! Acostume logo com os ajustes manuais dela e seja rápido no gatilho, se não o sol vai se pôr antes da sua foto sair.
Dani Gurgel & Debora Gurgel bring their original Brazilian Jazz to the USA in September. Beats and lyrics from Brazil with contemporary jazz melodies and harmonies take Brazilian Jazz to its roots and back into a new approach.
Debora Gurgel‘s compositions and arrangements are extremely sophisticated, having written especially for Jazz Sinfônica Orchestra, Tom Jobim Orchestra, Lilian Carmona, Chico Pinheiro and Amilton Godoy (Zimbo Trio). Dani Gurgel‘s voice is an instrument, joining beautiful lyrics and complicated vocalises with the sax player precision from her big band days. They will be joined by drummer and producer Thiago Rabello, who is featured in all of their albums, and by bass players Jon Burr (Boston & NY) and Tim Carey (Seattle).
Dani & Debora have always played important parts on each other’s albums. This tour is the ultimate union of their work, with mostly their own music, some of Dani’s compositions with other partners (Filó Machado, Sara Serpa & Maria Schneider) and a few bold arrangements of Brazilian classics by Tom Jobim & Hermeto Pascoal.
Neste momento estou plugada pelo 3G do celular em um ônibus, voltando de Curitiba, onde passei a semana fotografando a gravação do DVD “Elis por Eles”, comandado pelo Pedro Mariano.
A Priscila Mazucatto foi minha aluna de Fotografia de Shows, e mês passado foi fotografar o show do Coletivo Urbano, do qual participei. E quebrou tudo, orgulho da aluna!
Nem de longe vou entrar na discussão sobre Creative Commons estarem ou não no site do MinC, como tenho lido no blog da Joyce e nos trocentos colunistas d’O Globo. Não quero falar de direito autoral, e sim de divulgação.
Falo da licença “Atribuição – Uso Não-Comercial – Partilha nos Mesmos Termos” que eu e o Nine Inch Nails adoramos. Eu chamo, aqui do conforto da minha casa, de “Licença-fita-demo”. Porque ela põe em termos jurÃdicos aquilo que era transmitido no boca-a-boca e muito pouco respeitado com a fita demo: “Beleza meu, ouve minha música aÃ, mostra pros seus amigos, mas não inventa de tentar ganhar dinheiro à s minhas custas”.
Gosto dessa licença porque nós, compositores, continuamos ganhando dinheiro sempre que ele está envolvido de verdade (mesmo que seja pouco): Tocaram num show – vai recolher ECAD do mesmo jeito. Tocou na rádio – vai recolher do mesmo jeito. Gravaram num disco – vai pagar a liberação do mesmo jeito. Publicidade – vai contratar do mesmo jeito. Tocou na novela – tem uso mais comercial que esse?
Tudo isso aconteceu sem eu liberar minha música pra baixar via essa licença – foi só download ilegal.
O que eu acredito? Se a gente liberar algumas músicas pra download mais gente vai baixar, então mais gente (que nunca compraria o disco) vai ouvir nossa música e divulgar pros amigos.
Então mais gente que ainda gosta de comprar disco fÃsico, que recomenda música pra publicidade, que escolhe trilha de novela e de filme, e que escreve sobre música, vai ficar sabendo que a gente existe.
Estava eu, correndo como uma desesperada (claro), toda cheia de equipamento nas costas, entre o Obelisco dos Heróis de 1932 e o Auditório Ibirapuera. Ia fotografar um show no Auditório, mas era quase natal. O portão de funcionários do parque estava fechado pela &%$^ árvore, então estacionei na PQP, e fui (aà sim) correndo, desesperada.
Cada vez que fico com vontade de ouvir o ‘Nearness of You’ ou o ‘Pilgrimage’, dois dos discos do Michael Brecker que mais me marcaram, e mais solos eu decorei; fico meio triste, lembrando do dia em que ele morreu.
Fui ver o Al Foster tocar no Smoke, em Nova York, uma casa de jazz bem tradicional, na Broadway lá em cima (com a rua noventa e tantos). Passei frio na rua, a estação de metrô que eu precisava estava fechada e tive que andar o resto… o maior programa de Ãndio. Mas dane-se, era pra ver o Al Foster.
Entrei naquele universo todo paralelo, quentinho. Não sabia o que fazer com o casaco, que tinha passado de muito fino e indispensável a um trambolho calorento. Paguei imensos trinta dólares naquela comandinha muito estranha, em que a garçonete passa o seu cartão e, ali onde se assina, você escreve quanto vai dar de gorjeta. Dá-lhe confiança.
Homenagem ao meu tio avô, falecido na semana passada, João Augusto do Amaral Gurgel.
Fica a esperança de, algum dia, fazer tanto pelo nosso paÃs quanto ele fez.